Nos últimos anos passei por muitas coisas e problemas que deixaram marcas profundas e, em muitos casos, dolorosas. Não tenho pena de mim mesma o resto da vida (Ah! Como sou uma coitada!), porém estava me fechando ao invés de colocar em prática a lição aprendida.
Por estar vendo meu mundo desabando e eu me afundando ainda mais nesses escombros (uma fuga, medo de me colocar nova pro mundo... vai entender....), resolvi procurar uma terapia para ver se fechava algumas questões, assimilava outras e me redescobria depois de tudo, mais especificamente em relação aos meus relacionamentos afetivos.
Primeiro passo para superação foi procurar um terapeuta mesmo (sexo masculino). Precisava restabelecer uma relação de confiança com o gênero. Confesso que o começo foi difícil, como em qualquer terapia nos primeiros encontros, mas tive que superar a incredulidade nos homens.
Daí pra frente o progresso, que parecia ser nulo, foi se mostrando, aos poucos, em pequenas ações. Comecei a reparar que aprendi a me respeitar e fazer com que as minhas vontades, com alguma parcimônia, também fosse respeitadas..
Voltei a ter vontade de escrever aqui no blog, que aos poucos, vou atualizando. Resolvi a tentar abrir meu coração para uma outra pessoa, ser franca e honesta com meus sentimentos. Aprendi que a conversa pode ser esclarecedora também pra mim, não somente para aconselhar alguém que o faça. Seguir os conselhos que sempre dou aos outros, eles podem funcionar pra mim também!
ENFIM, hoje, mas do em uma outra sessão, vi o quanto evolui. Não saberia dizer se conseguiria sozinha, mas agradeço a paciência, o carinho e a doação do meu terapeuta em me ajudar a refletir, me entender, me amar, me respeitar, mudar paradigmas, sentimentos, entender os outros... Nossa! Tanta coisa em quase 8 meses, que quase não sei mais quem eu era...
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