Sei que não sou muito de falar sobre outras coisas senão dos meus sentimentos mais ítimos, mas agora, e espero fazer isso sempre, sobre minhas impressõessobre livros, filmes, programas de tv, moda, vida cotidiana, tudo que faça parte de nossas vidas.
Hoje quero falar da belíssima minissérie Queridos Amigos. Essa minissérie tem sido, pelo menos pra mim, encantadora, seja pelo tema central, que é a amizade, seja pela trilha sonora (remete-me a minha infância), por ser passada num tempo no qual eu já existia e sei bem o que tava acontecendo (1989: queda do Muro de Berlim, primeiras repúblicas da União Soviética lutando por suas independências, primeiras eleições diretas no Brasil pra Presidente da República, Madonna bombando etc), pelas irretocáveis interpretações, destacando o perverso e carente Benny (Guilherme Weber),traumtizado viúvo Pedro (Bruno Garcia) e a torturada Bia (Denise Fraga), a luz, os cenários, o figurino, a direção... Enfim, um trabalho maravilhoso.
Começarei meus comentários pelo tema central. A amizade é um tema pouco explorado na televisão. Não me lembro de nada parecido. É lindo ver alguém, mesmo no fim de sua vida, ter tanto carinho e respeito por seus amigos e aceitá-los como são. Saber da importância que os amigos têm em nossas vidas é difícil. Esse resgate é o que propõe a minissérie.
A complexidade de cada personagem também é um ponto forte, pois geram diálogos bastante interessantes, comoventes, duros, estarrecedores, chocantes e, não menos, emocionantes. Posso destacar que mais de uma vez me senti vivendo algo parecido... Porém, destaco como os melhores, apesar da acidez e sordidez, o do personagem interpretado por Guilherme Weber, o Benny. Com que frieza e displecência de como se fala de um assunto qualquer que ele revela que era molestado sexualmente por seu pai na infância... Com que carência e saudadedeita-se no colo da mãe do amigo de infância, que está doente de Alzeheimer, aos prantos quando esta fala de sua mãe. Lindo e emocionante!
A Bia... Que excelente Bia Denise Fraga faz! Uma mulher adormentada por ter sido estrupada por um torturador durante a Ditadura... Como ela descreveu essa cena, parecia que realmente tinha vivido aquilo. Parabéns, Denise! Lindo trabalho.
O Léo ( Dan Stulbach), personagem central, que é de uma delicadeza de interpretação e dureza de realidade; de ser amigo dos seus amigos, de aceitar cada um como é, de gostar deles apesar de seus defeitos. É tão irretocável que não há o que se comentar!
Débora Bloch, a Lena, uma artista plástica movida a paixão, que desfaz de um casamento, tem problemas de relaciomento com a mãe e a filha.
Há vários personagens e tramas interessantes. Não vou me alongar muito, apesar de valer muito a pena. Não estou sozinha nessa. Veja o blog de Zeca Camargo (http://colunas.g1.com.br/zecacamargo/)
Hoje quero falar da belíssima minissérie Queridos Amigos. Essa minissérie tem sido, pelo menos pra mim, encantadora, seja pelo tema central, que é a amizade, seja pela trilha sonora (remete-me a minha infância), por ser passada num tempo no qual eu já existia e sei bem o que tava acontecendo (1989: queda do Muro de Berlim, primeiras repúblicas da União Soviética lutando por suas independências, primeiras eleições diretas no Brasil pra Presidente da República, Madonna bombando etc), pelas irretocáveis interpretações, destacando o perverso e carente Benny (Guilherme Weber),traumtizado viúvo Pedro (Bruno Garcia) e a torturada Bia (Denise Fraga), a luz, os cenários, o figurino, a direção... Enfim, um trabalho maravilhoso.
Começarei meus comentários pelo tema central. A amizade é um tema pouco explorado na televisão. Não me lembro de nada parecido. É lindo ver alguém, mesmo no fim de sua vida, ter tanto carinho e respeito por seus amigos e aceitá-los como são. Saber da importância que os amigos têm em nossas vidas é difícil. Esse resgate é o que propõe a minissérie.
A complexidade de cada personagem também é um ponto forte, pois geram diálogos bastante interessantes, comoventes, duros, estarrecedores, chocantes e, não menos, emocionantes. Posso destacar que mais de uma vez me senti vivendo algo parecido... Porém, destaco como os melhores, apesar da acidez e sordidez, o do personagem interpretado por Guilherme Weber, o Benny. Com que frieza e displecência de como se fala de um assunto qualquer que ele revela que era molestado sexualmente por seu pai na infância... Com que carência e saudadedeita-se no colo da mãe do amigo de infância, que está doente de Alzeheimer, aos prantos quando esta fala de sua mãe. Lindo e emocionante!
A Bia... Que excelente Bia Denise Fraga faz! Uma mulher adormentada por ter sido estrupada por um torturador durante a Ditadura... Como ela descreveu essa cena, parecia que realmente tinha vivido aquilo. Parabéns, Denise! Lindo trabalho.
O Léo ( Dan Stulbach), personagem central, que é de uma delicadeza de interpretação e dureza de realidade; de ser amigo dos seus amigos, de aceitar cada um como é, de gostar deles apesar de seus defeitos. É tão irretocável que não há o que se comentar!
Débora Bloch, a Lena, uma artista plástica movida a paixão, que desfaz de um casamento, tem problemas de relaciomento com a mãe e a filha.
Há vários personagens e tramas interessantes. Não vou me alongar muito, apesar de valer muito a pena. Não estou sozinha nessa. Veja o blog de Zeca Camargo (http://colunas.g1.com.br/zecacamargo/)
Nenhum comentário:
Postar um comentário